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Archive for abril, 2012

30
abr

Nova faculdade de medicina em Francisco Beltrão

Foi assinado na última sexta, dia 27, pelo governador Beto Richa, no município de Francisco Beltrão, o edital do primeiro curso de medicina da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).  A nova faculdade de medicina irá funcionar em parceria com o Hospital Regional do Sudoeste e serão abertas 30 vagas.

De acordo com Beto Richa, a abertura do curso de medicina na Universidade Estadual mostra o compromisso do governo em reestruturar o ensino superior no Estado com um investimento de R$ 20 milhões. Além disso, a nova faculdade funcionando juntamente com o Hospital vai atrair mais profissionais de saúde para o município e região.

Matéria completa da Agência de Notícias do Paraná

Governador autoriza vestibular de medicina em Francisco Beltrão

O governador Beto Richa assinou nesta sexta-feira (27), em Francisco Beltrão, o edital do primeiro vestibular do curso de Medicina no campus local da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Richa anunciou o próximo dia 30 de junho como data do início das inscrições para o concurso. A nova faculdade de medicina vai funcionar em conjunto com o Hospital Regional do Sudoeste, que é referência em atenção de saúde na região. O primeiro vestibular abre 30 vagas e as aulas começam no início do próximo ano.

O governador afirmou que a criação do curso de medicina em Beltrão faz parte de um compromisso do governo estadual de reestruturar o ensino superior do Estado. De acordo com ele, a instalação representa um investimento de R$ 20 milhões do governo estadual.

“A formação de profissionais de medicina na região é um pedido antigo da comunidade do Sudoeste que o governo está conseguindo atender”, disse Richa. “Por isso fiz questão de vir aqui e oficializar a instalação”, afirmou. “Não medimos esforços para garantir os recursos pois entendemos a importância do desenvolvimento social e econômico do Sudoeste”.

O governador disse ainda que a transformação do hospital regional em hospital universitário também representa um grande avanço. “A implantação do curso vai atrair mais profissionais de saúde para a região”, afirmou.

ESFORÇO

Segundo Richa, o governo estadual avalia a instalação de 50 novos cursos universitários em todo o Paraná. “Nossa vontade é atender a todos, mas infelizmente não temos recursos suficientes para isso”, explicou. “Fizemos um grande esforço para abrir este curso”.

Segundo o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, o Sudoeste é única região do Paraná que não dispunha de curso de medicina dentro da rede estadual de universidades. “Esta será a quinta faculdade de medicina do sistema de ensino superior estadual”, disse. Os cursos das universidades estaduais de Londrina, Maringá, Cascavel e Ponta Grossa têm cerca de 1.050 alunos. “Com a formação de médicos no interior, fica muito mais fácil para as prefeituras atraírem estes profissionais para seus quadros”.

O secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, lembrou que o Hospital Regional do Sudoeste pode ser usado com base do curso de Medicina porque o governo estruturou a unidade com a contratação de quase 600 servidores concursados, a compra de equipamentos e a resolução de problemas estruturais. “Com isso, queremos estimular a fixação de profissionais da área médica no Sudoeste”, disse.

PROVIDÊNCIAS

O reitor do campus da Unioeste em de Francisco Beltrão, Paulo Sérgio Wolff, ressaltou que a iniciativa da instalação de uma faculdade gratuita e de qualidade na região concretiza o compromisso do Estado de interiorizar o ensino.

Wolff disse que já está adotando as primeiras providências para a instalação do curso. “Estamos licitando quatro salas de telemedicina e teleconferências e outros equipamentos curso. Queremos trabalhar em cooperação com o curso de Cascavel”, disse.

Para o prefeito do município, Wilmar Reichembach, a implantação do curso representa desenvolvimento e união para a região Sudoeste. “Foi uma sábia decisão do governador ao implantar o curso no município, pois essa ação vai proporcionar mais desenvolvimento, atrair mais médicos e com isso teremos qualidade de vida no Sudoeste do estado. Isso muda a nossa realidade”, afirmou.

A solenidade contou com as presenças do secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, dos deputados federais Osmar Serraglio e Nelson Meurer, e os deputados estaduais Ademar Traiano, líder do governo na Assembléia Legislativa, Caíto Quintana e Rose Litro, além de lideranças de municípios da região.

30
abr

Mais médicos nos postos de saúde da capital paraense

A Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba está contratando 400 médicos. Alguns selecionados já foram contratados e estão atuando nos centros de urgências médicas, mas ainda faltam algumas contratações.

Os interessados devem entrar em contato com a Fundação ou tirar as dúvidas no site www.feaes.curitiba.pr.gov.br.

Matéria completa do site do jornalista Fábio Campana

500 novos médicos nos postos de saúde de Curitiba

A Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba (FEAES) está contratando, de forma imediata, 400 médicos clínicos gerais e 100 médicos pediatras para trabalharem nas unidades de saúde da prefeitura. Parte da seleção já foi feita e os médicos contratados já estão atuando nos centros de urgências médicas.

Outra leva de 290 médicos – 200 médicos clínicos gerais e 90 pediatras – está em fase de seleção. “Estamos em fase de fechamento de escalas nos centros de urgências médicas, os profissionais aprovados começarão imediatamente”, disse Christian Lobo, da FEAES. Para esta nova seleção, as inscrições são gratuitas e podem ser feitas à rua Lothário Boutin, 90, das 8h às 12 horas, até do dia 15 de maio.

O processo de seleção será realizado em duas etapas. Na primeira, haverá análise de currículos e títulos, com caráter eliminatório e classificatório e, na segunda etapa, na mesma data e oportunidade da inscrição, será realizado exame médico admissional. Mais informações estão disponíveis no site da FEAES, no www.feaes.curitiba.pr.gov.br.

27
abr

Ampliação do Porto de Paranaguá com terceiro berço de atracação

A construção do terceiro berço de atracação do terminal privado do Porto de Paranaguá foi anunciado nesta quinta, dia 26, pelo governador Beto Richa juntamente com a direção do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP).

As obras devem começar ainda esta semana e serão construídos 315 metros de cais para ampliar a capacidade de operação do terminal para 1,5 milhão de contêineres ao ano, isso a partir de 2013.

Matéria completa da Agência de Notícias do Paraná

Porto de Paranaguá terá terceiro berço para contêineres

O governador Beto Richa e a direção do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) anunciaram nesta quinta-feira (26/04), em Curitiba, a construção do terceiro berço de atracação do terminal privado no Porto de Paranaguá. Serão construídos 315 metros de cais que permitirão a ampliação da capacidade operacional do terminal para 1,5 milhão de contêineres por ano, a partir de 2013.

As obras terão início imediato, com prazo de conclusão de 14 meses. “Esta é a maior obra no Porto de Paranaguá nos últimos 14 anos e representa um passo muito importante em nossa estratégia de ampliar a capacidade e modernizar o porto, para facilitar as operações das nossas indústrias e do agronegócio, trazendo ganhos para todos os paranaenses”, disse o governador.

O superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, disse que com o terceiro berço dedicado a contêineres será possível aumentar a produtividade do Porto de Paranaguá. Segundo ele, o TCP já é um dos mais modernos terminais da América Latina. “Com esta expansão teremos um terminal ainda mais moderno e com capacidade para ampliar a movimentação em Paranaguá”, disse Dividino.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu na quarta-feira (25) a licença de instalação para o início da obra. A autorização foi obtida após a realização de Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA), atendendo a todas as exigências do Ibama e das entidades responsáveis.

“Esse licenciamento é fruto de um trabalho de profunda relevância técnica, contemplando todos os aspectos sociais, econômicos e ambientais da área afetada. É uma obra da maior relevância e trará melhorias e ganhos de eficiência, qualidade para toda a cadeia produtiva localizada na área de influência do Porto de Paranaguá”, afirma Juarez Moraes e Silva, diretor-superintendente do TCP.

INVESTIMENTOS

O secretário da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, explicou que a construção do novo berço do TCP é parte de um conjunto de ações que trará uma nova realidade para o Porto de Paranaguá, com receberá novos investimentos do Estado, do governo federal e da iniciativa privada. “Vamos aumentar a produtividade e dobrando a capacidade de carga e descarga dentro de uma mesma área com a troca de equipamentos antigos por novos e por meio do repotenciamento do corredor de exportações”, disse Richa Filho.

O secretário lembrou ainda que outros investimentos estão sendo feitos para aumentar a capacidade do porto, como a dragagem de manutenção, que foi anunciada pelo governador há duas semanas e deve ser iniciada nos próximos 30 dias. A obra vai possibilitar a movimentação de navios em dois caminhos no canal de acesso, para entrada e saída. “Esta operação hoje está restrita devido ao assoreamento do canal”, explicou. O plano de dragagem contratado prevê a manutenção do canal acesso por um período de cinco anos, como era feito no passado.

CRESCIMENTO

A ampliação do terminal de contêineres faz parte de um plano de investimentos iniciado pelo TCP em 2011, que abrange também a compra de equipamentos e a melhoria dos processos do terminal. A empresa estima realizar um investimento de R$ 250 milhões.

Segundo Moraes e Silva, com novos equipamentos já em funcionamento a produtividade do TCP passou de 35 mph (movimentos por hora/navio) para mais de 60 mph neste mês de abril, possibilitando um crescimento na movimentação de 16% em relação ao primeiro trimestre de 2011. Para ele, a maior eficiência possibilitará aos armadores, importadores, exportadores e transportadores expressivas reduções de tempo e custo quando da utilização dos serviços no Terminal, tornando o Porto de Paranaguá ainda mais competitivo.

Com a modernização dos equipamentos, a expectativa é passar de uma média de 800 mil TEUs/ano (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), movimentados em 2011, para 1,2 milhão de contêineres, ainda em 2012.

Com a implantação do terceiro berço, a capacidade do TCP deve chegar em 1,5 milhão de TEUs/ano em 2013, com perspectiva de dobrar a capacidade atual de receber navios, que é de 850 embarcações por ano.

27
abr

Paraná Competitivo e Grupo Hubner assinam protocolo de R$ 90 milhões

Nesta quinta, dia 26, foi assinado pelo governador Beto Richa um protocolo para enquadrar investimentos de R$ 90 milhões do Grupo Hubner por meio do programa Paraná Competitivo. Com isso, uma nova unidade da Rodolinea Implementos para Transportes será construída no Estado e produzirá peças para carrocerias, basculantes, carretas e porta-contêineres.

De acordo com o governador, a nova unidade vai ajudar tanto na produção industrial quanto na geração de empregos, além de todos os paranaenses serão beneficiados com as riquezas produzidas.

Matéria completa da Agência de Notícias do Paraná

Hubner anuncia planta de R$ 90 milhões com apoio do Paraná Competitivo

O governador Beto Richa assinou nesta quinta-feira (26), em Curitiba, protocolo de intenções para enquadrar um investimento de R$ 90 milhões do Grupo Hubner no programa Paraná Competitivo. A companhia vai instalar uma nova unidade da Rodolinea Implementos para Transportes na região dos Campos Gerais para fabricar componentes metálicos. A obra será iniciada neste ano e a planta deve gerar 900 empregos diretos até 2015.

A fábrica produzirá diversos tipos de peças para a linha de montagem da Rodolinea, que produz carrocerias, basculantes, carretas e porta-contêineres em Curitiba. Com a nova unidade, a empresa quer atingir uma produção anual de 1,8 mil implementos rodoviários.

O governador Beto Richa disse que o protocolo é muito importante porque reflete o apoio que o Estado pode dar para a expansão das atividades de um grupo industrial paranaense. “A empresa vai contribuir para aumentar a nossa produção industrial, gerar empregos, riquezas e tributos que beneficiarão todos os paranaenses”, disse o governador.

“Devido a um conjunto de fatores competitivos oferecidos pelo Governo do Estado, optamos por investir em mais uma fábrica aqui no Paraná”, afirmou o diretor coorporativo da empresa, Nelson Roberto Hubner Júnior.

Richa lembrou que a implantação de uma política de incentivos moderna permitiu que o Paraná atraísse investimentos de grandes grupos nacionais e internacionais, que somam mais de R$ 16 bilhões. “O Paraná voltou a ser um Estado promissor e inserido na agenda de investidores”, disse.

O secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, disse que, a partir dos novos investimentos, já foram gerados cerca de 120 mil empregos formais no Estado. “É uma sinalização para que outras empresas do setor automotivo venham se instalar no Paraná”, afirmou.

PARANÁ COMPETITIVO

Lançado em fevereiro de 2011, o programa Paraná Competitivo reúne uma série de medidas de incentivo ao setor produtivo, como dilação de prazos para recolhimento do ICMS, investimentos para melhoria da infraestrutura e da capacitação profissional. O objetivo é tornar o Estado atrativo para novos empreendimentos produtivos que gerem emprego, renda, riqueza e desenvolvimento sustentável.

RODOLINEA

Fundada em 2004, a Rodolinea pertence ao Grupo Hubner, que tem quatro unidades no Paraná (uma em Araucária, uma em Curitiba e duas em Ponta Grossa) dedicadas à montagem de implementos rodoviários, conjuntos metálicos, industrialização de autopeças, fundição e usinagem. É um dos mais importantes fabricantes nacionais de componentes rodoviários.

26
abr

Paraná quer ser referência na preservação ambiental com programa Bioclima

Foi lançado em Curitiba, pelo governador Beto Richa, o programa Bioclima Paraná que prevê uma série de medidas para a preservação e restauração da biodiversidade. O objetivo é transformar o Paraná numa referência na busca do equilíbrio ecológico por meio de um mecanismo inovador de pagamento por serviços ambientais e a criação de novas unidades de conservação e mapeamento da vegetação nativa do Estado. Além disso, o programa quer diminuir a emissão de gases do efeito estufa.

De acordo com o governador, o Paraná quer ser o pioneiro na preservação do meio ambiente com atitudes que melhorem a qualidade de vida das pessoas. Segundo Beto Richa, esse programa de conservação do patrimônio natural é prioridade no governo e todos os órgãos deverão adotar práticas que diminuam as alterações climáticas.

Matéria completa da Agência de Notícias do Paraná

Programa Bioclima coloca Paraná na vanguarda da conservação ambiental

O governador Beto Richa lançou na noite de terça-feira (24), em Curitiba, o programa Bioclima Paraná, um conjunto de medidas voltadas para a conservação e a restauração da biodiversidade que pretende transformar o Estado em referência na busca pelo equilíbrio ecológico e controle das mudanças climáticas.

O programa inclui, entre outras medidas, um mecanismo inovador de pagamento por serviços ambientais, criação de novas unidades de conservação, mapeamento periódico da vegetação nativa e da emissão de gases do efeito estufa e a definição de corredores ecológicos. “O Paraná quer ser pioneiro em atitudes que efetivamente melhorem a vida das pessoas”, disse o governador.

Ele enfatizou que a preservação do patrimônio natural é uma prioridade de governo e que é plenamente compatível com o desenvolvimento econômico. “Este programa vai mostrar que é possível formar uma aliança na qual todos podem e devem contribuir para a conservação e melhoria de nosso ambiente de vida”, afirmou. “Todos os órgãos do governo adotarão práticas que minimizem as alterações climáticas e a perda da biodiversidade”, disse Richa.

BIOCLIMA

As duas primeiras iniciativas concretas do programa Bioclima Paraná já foram propostas pelo governo e aprovadas pela Assembleia Legislativa. Uma delas institui o pagamento por serviços ambientais para produtores rurais que conservem a vegetação nativa além do que é determinado por lei.

A outra lei institui a Política Estadual de Mudanças Climáticas e tem como metas a proteção das fontes naturais de água, redução dos gastos de energia, investimento em energias alternativas, captura de carbono, educação ambiental, ampliação da coleta seletiva de lixo, entre outras.

O governo do Estado também está assinando convênios com 178 municípios para produção de mudas nativas – a serem utilizadas em programas de recuperação ambiental – e monitoramento de áreas a serem restauradas.

O Bioclima Paraná prevê ainda a criação de novas Unidades de Conservação particulares e a implantação de 15 parques estaduais modelo. Além disso, está previsto o monitoramento periódico da vegetação nativa do Estado. Um modelo de monitoramento por satélite adequado à realidade do Estado está sendo desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Os dados servirão de base para a definição de corredores ecológicos, o acompanhamento dos processos de regeneração e a fiscalização ambiental.

No que diz respeito às mudanças climáticas, a prioridade será a realização de um inventário estadual de emissões de gases de efeito estufa e o mapeamento das áreas de risco. Ações de educação ambiental, como o programa Parque Escola, já em curso em algumas unidades de conservação, e projetos de pesquisa científica também estão previstas.

PARTICIPAÇÃO

O envolvimento da sociedade é um dos elementos fundamentais do programa Bioclima Paraná. “É essencial o envolvimento dos municípios paranaenses, de prefeitos, vereadores, empresários, produtores rurais e especialmente da população”, afirmou o governador.

“O Bioclima é um programa arrojado que pretende recuperar uma grande área de biodiversidade no Estado, que detém nos dias de hoje apenas menos de 10% da sua cobertura original”, disse o secretário de Estado do Meio Ambiente, Jonel Iurk. De acordo com ele, o pagamento por serviços ambientais será focado especialmente em regiões de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)

O secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias, destacou a importância da participação dos governos estaduais na conservação da biodiversidade. “O Paraná adota uma iniciativa pioneira, que une biodiversidade e mudanças climáticas e trabalha com vários instrumentos, como o pagamento por serviços ambientais, redução da emissão dos gases do efeito estufa e a compensação de emissões dos gases com ações concretas de recuperação de áreas”, afirmou Dias.

ENCONTRO INTERNACIONAL

O Bioclima Paraná foi lançado durante a abertura do Encontro Internacional de Governos Subnacionais para a Biodiversidade, que acontece até sexta-feira (27), na sede da Federação das Indústrias do Paraná, em Curitiba (leia texto a respeito).

Organizada pelo Governo do Estado, com o apoio da Prefeitura de Curitiba, Ministério do Meio Ambiente e Secretariado da Convenção da Diversidade Biológica da ONU, esta é a primeira reunião para discutir a implementação da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). O principal objetivo é apoiar e incentivar os governos locais a implementar programas que contribuam para as estratégias nacionais, regionais e internacionais sobre a biodiversidade.

OUTRAS MEDIDAS

Durante o lançamento do Bioclima Paraná, foi celebrada parceria entre o Governo do Estado e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) para a execução de estudos para o novo programa            .
Richa assinou termo de cooperação técnica entre as secretarias de Estado do Meio Ambiente e da Agricultura e Abastecimento e o Serviço Florestal Brasileiro – do Ministério do Meio Ambiente – que prevê a realização de ações para o fortalecimento da gestão florestal no Estado.

O governador também assinou convênio entre o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e o município de Curitiba para a criação da unidade de conservação Parque Vista Alegre, na região Norte da capital.

CERTIFICADOS

O governador fez ainda a entrega de cerificados de reconhecimento a iniciativas paranaenses que inspiraram a elaboração do Bioclima Paraná. Entre os homenageados estão o Grupo Fundação O Boticário, HSBC Seguros, Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), Posigraf e Gabriel Campanholo.

Acompanharam o lançamento do programa o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci; os deputados estaduais Luiz Eduardo Cheida, Reni Pereira e Raska Rodrigues; os secretários estaduais Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento), Luiz Carlos Hauly (Fazenda) e Ricardo Barros (Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul); o presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Lindolfo Zimmer; o diretor presidente do Ambiental Paraná Florestas, Luiz Malucelli Neto; o diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento Agropecuário (Codapar), Silvestre Staniskewski; o presidente da Companhia de Habitação do Paraná, Mounir Chaowiche; o coordenador da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba, Rui Hara; o diretor presidente da Companhia Paranaense de Gás (Compagas), Luciano Pizzatto; o superintendente da Ecoparaná, Rafael Andreguetto; o diretor presidente do Instituto Paranaense de Assistência Técnica (Emater), Rubens Niederheitmann; o diretor presidente do Instituto de Terras e Cartografia, Amílcar Cabral; diretor presidente do Instituto Águasparaná, Márcio Nunes.

25
abr

Área do Parque do Iguaçu começa a ser regularizada

Foi registrada ontem, dia 24, no Cartório de Imóveis de Foz do Iguaçu uma área de 1.008 hectares, localizada dentro do Parque Nacional do Iguaçu, para cumprir uma medida administrativa de regularização que faz parte de um acordo assinado em 2011 com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

De acordo com o secretário estadual do Meio Ambiente, Jonel Iurk, um termo de reciprocidade também foi assinado para a regularização fundiária de três parques nacionais localizados no Estado.

O processo iniciado nesta segunda irá regularizar formalmente a área do Parque do Iguaçu que pertence ao Paraná desde 1919.

Matéria completa da Agência de Notícias do Paraná

Estado regulariza situação fundiária de área do Parque Nacional do Iguaçu

O secretário estadual do Meio Ambiente, Jonel Iurk, afirmou nesta terça-feira (24), que o Governo do Estado fez o registro no Cartório de Imóveis de Foz do Iguaçu de uma área de 1.008 hectares, localizada dentro do Parque Nacional do Iguaçu, exclusivamente para cumprir uma medida administrativa de regularização fundiária da propriedade. “Com o registro o terreno será transferido oficialmente para o domínio da União”, explicou.

Segundo Iurk, a iniciativa faz parte de um de acordo assinado em 2011 com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e ratificado no mês passado pela presidente substituta da organização, Silvana Canuto, para que a área seja repassada formalmente ao instituto, que é responsável pelo parque.

De acordo com o secretário, sem que a titularidade fosse efetivada, seria impossível fazer a regularização fundiária. Ele afirmou ainda que o Estado assinou um termo de reciprocidade e está contribuindo com o ICMBio para a regularização fundiária de três parques nacionais localizados em território paranaense: Campos Gerais, Ilha Grande e do Iguaçu.

Iurk disse que a atitude mostra o comprometimento que o Governo do Paraná tem com a preservação das áreas das Unidades de Conservação. “Temos todo o interesse na conservação desta e de outras áreas, que são alvo de estudos técnicos de um Grupo de Trabalho conjunto com o ministério. Tudo às claras”, afirmou.

O secretário informou que a titularidade da área, que pertencia ao Estado desde 1919, nunca havia sido registrada formalmente. Iurk ressaltou que não há nenhum custo envolvido no processo e que o Paraná não terá qualquer participação na arrecadação do parque. “Não há nenhuma dificuldade de diálogo com o governo federal”, disse.

O Parque Nacional do Iguaçu é uma das unidades de conservação mais importantes para o Brasil e para o mundo, com 200 mil hectares e milhares de exemplares de fauna e flora. A área regularizada envolve o trecho do parque onde estão as Cataratas do Iguaçu, declaradas pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade e recentemente incluídas entre as Sete Maravilhas Naturais do Mundo.

24
abr

Programa de expansão dos Portos de Antonina e Paranaguá é apresentado na Assembleia

O Plano de Trabalho e Programa de Expansão dos Portos de Paranaguá e Antonina foram apresentados pelo superintendente dos Portos, Luiz Henrique Dividino, nesta segunda, dia 23, na Assembleia Legislativa do Paraná. Um novo cronograma com previsão de modernização e expansão das atividades portuárias deverá ser estabelecido.

De acordo com o superintendente, estão previstas medidas de repotenciamento da capacidade de corredor de exportação e a ampliação da armazenagem de granéis. Segundo Luiz Henrique Dividino, pela primeira vez Antonina será contemplado no processo de dragagem e vai retomar a profundidade de 8,5 metros.

Matéria completa da Agência de Notícias do Paraná

Superintendente dos portos apresenta programa de expansão

O superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino, apresentou nesta segunda-feira (23/04) o Plano de Trabalho e Programa de Expansão dos Portos de Paranaguá e Antonina em audiência na Assembleia Legislativa do Paraná. Ele também falou das novas diretrizes da administração.

O superintendente afirmou que está trabalhando para estabelecer um novo cronograma de atividades com vistas à modernização e expansão das atividades portuárias. Entre as medidas previstas está o repotenciamento da capacidade do corredor de exportação, com a modernização dos ship loaders e ampliação da armazenagem de granéis.

Dividino abriu a apresentação falando sobre o cenário da bacia de Paranaguá e sobre as necessidades prementes para a manutenção das atividades portuárias em curso, bem como do Programa de Expansão para os próximos 20 anos. O porto já deu início à recuperação das defensas que protegem o cais na atracação e desatracação de navios.

Dividino disse que recebeu do governador Beto Richa e do secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, a missão de transformar ideias em realizações. “Não bastam boas ideias, precisamos transformá-las em projetos, buscar a aprovação da comunidade, licenças ambientais, estabelecer a engenharia financeira do empreendimento. Só assim se transformam em realizações”, disse.

ANTONINA

Os deputados estaduais puderam fazer perguntas, questionar o Programa de Expansão, e tirar dúvidas em relação ao futuro dos portos paranaenses. Alguns parlamentares pediram explicações sobre a inclusão do Porto de Antonina no programa de dragagem que será iniciado nos próximos meses.

Dividino esclareceu que pela primeira vez de Antonina será contemplado no processo de dragagem e vai retomar a profundidade de 8,5 metros, fato que não ocorre há mais de uma década. “Conheço de perto os problemas de Antonina e temos uma preocupação especial com a cidade. O porto bateu recordes de movimentação no ano passado e, a partir da nova dragagem, vamos viabilizar ainda mais as operações naquele terminal”, disse.

Questionado sobre a contratação de um serviço de dragagem, em vez da compra de uma draga, o superintendente explicou que nos custos de uma campanha de dragagem, o valor da draga corresponde a apenas 22% do total da obra. “Além do custo do equipamento, tem que se levar em conta os custos com revisões, pessoal para operar, docagem. Comprar uma draga não é rentável em nenhum cenário, mesmo se vendesse serviços de dragagem para outros portos”, disse.

O superintendente também prestou esclarecimentos sobre ações administrativas que estão em curso para resolver e reduzir as pendências trabalhistas; para aumentar a eficácia e a profissionalização dos quadros do porto; sobre projetos para garantir a eficiência da operação dos equipamentos portuários; modernização de equipamentos; projetos para reduzir a geração de resíduos; negociação com o governo federal para captação de recursos, entre outras questões.

BRASÍLIA

Após apresentar os esclarecimentos aos parlamentares, Dividino informou que a Appa apresentará o Plano de Trabalho na Secretaria de Portos (SEP) e na Agência de Transportes Aquaviários (ANTAQ), órgãos que estabelecem a política e a fiscalização do segmento portuário brasileiro. “Precisamos estar sintonizados com as diversas esferas governamentais com o propósito final de atender às demandas do comércio exterior, da indústria, do agronegócio, enfim, de todos aqueles que precisam de um porto moderno, ágil e com baixos custos operacionais”, disse.

23
abr

Empreendedores do Paraná ganham mais opção de microcrédito

Os pequenos empreendedores paranaenses ganharam mais um recurso para qualificação e expansão dos negócios. Até o fim deste ano, eles poderão contar com R$ 345 milhões, sendo R$ 80 milhões do Banco do Brasil e R$ 265 milhões da Caixa Econômica Federal, disponíveis para reformar o estabelecimento, expandir o estoque de produtos ou qualificar pessoal. Essa medida faz parte do programa federal Crescer lançado em agosto de 2011, pela presidente Dilma Rousseff.

Qualquer empreendedor, formalizado ou não, com faturamento de até R$ 120 mil pode requerer ao microcrédito, mas o dinheiro não poderá ser usado para o pagamento de dívidas. Os valores a serem requeridos variam de R$ 300 a R$ 15 mil e a quitação poderá ser feita entre 4 e 6 meses para capital de giro e entre 12 e 24 meses para investimento.

Matéria completa da Gazeta do Povo

PR tem R$ 345 milhões em microcrédito

Montantes são da Caixa e do Banco do Brasil e fazem parte do programa Crescer, lançado em agosto de 2011 pela presidente Dilma Roussef

Daqui até o fim de 2012, os pequenos empreendedores do Paraná, formalizados ou não, têm R$ 345 milhões disponíveis para investir em qualificação, expansão de estoque ou reforma do estabelecimento. São R$ 80 milhões do Banco do Brasil e R$ 265 milhões da Caixa Econômica Federal, montantes que fazem parte do programa federal Crescer – ou Microcrédito Produtivo Orientado (MPO) –, lançado pela presidente Dilma Rousseff, em agosto de 2011, com uma gama bem mais atraente de condições que a praticada anteriormente nessas instituições estatais. Na prática, os empréstimos de R$ 300 a R$ 15 mil tiveram os juros reduzidos de até 60% para 8% ao ano e fizeram o mercado inverter sua dinâmica tradicional, com os agentes batendo à porta dos potenciais clientes, e não ao contrário.

Segundo a Caixa e o BB, o programa representou uma injeção gigantesca nesta modalidade de crédito – graças a aportes do Tesouro Nacional – e tem entregado todos os resultados esperados: inadimplência zero e um bom número de novos clientes, que passam a ter, pela primeira vez, uma conta em banco. Na Caixa, o volume anterior emprestado todos os anos via microcrédito era de R$ 1 milhão. Só de janeiro a março deste ano, no entanto, um montante quase seis vezes maior – R$ 6,7 milhões – saiu dos cofres do banco.

Do início do programa até agora, em todo o Paraná e contanto as duas instituições, os números são ainda mais surpreendentes: R$ 26 milhões foram contratados por 4,1 mil paranaenses – a maior parte, ainda que por uma margem mínima, de mulheres. “O grande mérito do MPO é que ele propõe uma inversão da dinâmica do crédito tradicional, em que o cliente bate à porta do banco. Nossa missão é buscar os empreendedores nos bairros e orientá-los pessoalmente na tomada do empréstimo, dentro da sua necessidade e capacidade de pagamento”, explica o gerente de Desenvolvimento Sustentável da superintendência estadual do Banco do Brasil, Márcio Alexandre Rockenbach. Ele admite que uma demanda inversa, de pessoas que escutam a novidade de vizinhos, amigos ou mesmo em alguma agência, também está chegando. “Ainda assim, o empréstimo não é concedido sem uma visita e uma avaliação e orientação in loco do cliente”, reforça o gerente de Programas Sociais da superintendência regional da Caixa, Marcos Fernando Almeida.

Além dos juros, o único encargo que incide sobre os empréstimos é uma taxa de administração de 1% do valor do contrato. Com essas condições facilitadas, a expectativa do governo federal é de alcançar uma carteira de R$ 3 bilhões até 2013 em todo o país, dividida não só entre Banco do Brasil e Caixa, mas também entre o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e o Banco da Amazônia (Basa). Em 2011, o volume anual operado por essas quatro instituições foi três vezes menor, de R$ 654,5 milhões.

Caixa atua com “batalhão” de jovens

Na busca por pessoas que possam estar interessadas no seu programa de microcrédito, a Caixa Econômica Federal atua com um “exército” de jovens oriundos do programa Jovem Aprendiz, com idades entre 18 a 22 anos. Na maioria das vezes, eles estão cursando ou já concluíram o ensino médio. “Em alguns casos, temos até alguns que já ingressaram na universidade”, diz o gerente de Programas Sociais da superintendência regional da instituição, Marcos Fernando Almeida. Ele explica que os jovens vêm de instituições parceiras que trabalham com o Jovem Aprendiz e geralmente representam um salto social grande em suas famílias. “Quase sempre, esses jovens passam a ter a maior renda da família. Ganham pouco mais de R$ 900 por quatro dias semanais, com jornada de seis horas de trabalho. E ganham uma experiência rica e valorizada para ingressar no mercado”. O contrato pelo Jovem Aprendiz é de no máximo dois anos. “Mas volta e meia recebo ligações de clientes e pessoas que conheceram de perto o trabalho desses jovens, perguntando quando o contrato deles acaba e oferecendo uma chance de trabalho.”

A jovem Suellen Thaís dos Anjos Lins, de 20 anos, é um dos 60 agentes de microcrédito de Curitiba e região da Caixa. Ela chegou no programa por meio da Associação Beneficente Curitibana ABC Vida. “Terminei o ensino médio e, provavelmente, vou seguir a carreira administrativa, tentar a faculdade em breve”. É por meio do relacionamento com a família, os amigos e a comunidade que os agentes chegam até os potenciais clientes. “Também recebemos a demanda que chega às agências”, diz Suellen.

Banco do Brasil

No caso do BB, os agentes são funcionários próprios. “Ao menos um foi treinado em cada uma das 300 agências da instituição no estado”, informa o gerente de Desenvolvimento Sustentável da superintendência estadual do BB, Márcio Alexandre Rockenbach.

Requerimento
Avalista precisa ter 28% da renda equivalente à parcela do empréstimo

Dentro do Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), nem Caixa nem Banco do Brasil exigem que a receita e outras características do tomador do empréstimo sejam formalizadas. O avalista do contrato, no entanto, precisa documentar tudo. “Essa pessoa que servirá de garantia para o contrato não pode ser parente de primeiro grau, como marido, esposa, pai, mãe ou irmão. Precisa também comprovar que, no mínimo, 28% de sua renda mensal equivale ao valor da parcela do contrato”, informa o gerente de Programas Sociais da superintendência regional da Caixa, Marcos Fernando de Almeida. Ele explica que as informações exigidas do tomador são aquelas contidas no formulário de cinco páginas que o agente de microcrédito leva na visita. “É o agente que vai perguntar sobre receita e despesas e ter a noção da organização desse pequeno empreendedor. Ele não precisará comprovar nada documentalmente.”

Sobre a oportunidade

Confira as principais respostas para as dúvidas relacionadas ao microcrédito barato do programa Crescer

• Quem pode participar?

Empreendedores informais (pessoas físicas), empreendedores individuais e microempresas (pessoas jurídicas) com faturamento de até R$ 120 mil anuais.

• Quanto pode ser emprestado e para que finalidades?

De R$ 300 a R$ 15 mil. O dinheiro não pode ser usado para o pagamento de dívidas ou outras finalidades não relacionadas ao negócio em si.

• Em quanto tempo poderei pagar?

O prazo depende do tipo de empreendimento e da instituição financeira, mas, em média, vão variar entre 4 e 6 meses para capital de giro e entre 12 e 24 meses para investimento.

• Quanto pagarei de juros?

0,64% ao mês, ou 8% ao ano.

• Há outros encargos?

Sim. Há a Taxa de Abertura de Crédito (TAC), de 1% do valor do emprestado – ou seja, no máximo R$ 150.

• Precisarei dar garantias?

Sim. Durante a visita, o agente de microcrédito poderá avaliar suas condições de renda e capacidade de endividamento. Além disso, você precisará de um avalista, que não seja parente de 1.º grau, como cônjuge, pai, mãe ou irmão.

Fontes: CEF e BB.

20
abr

Sancionada lei que multa quem fizer trote telefônico no Paraná

Esta semana o governador Beto Richa sancionou a Lei n° 17.107/12 que estabelece multa de R$ 135,78 para quem passar trote telefônico, ou seja, fizer chamada falsa para os serviços públicos de emergência. A proposta foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado e o valor equivale a duas Unidades Padrão Fiscal do Paraná a ser pago pelo responsável do número telefônico.

A multa será cobrada pelo Paraná via judicial caso não seja paga administrativamente. O valor arrecado será destinado para o Fundo Especial de Segurança Pública do Paraná (Funesp).

Matéria completa da Agência de Notícias

Governador sanciona lei que institui multa por trote telefônico

O governador Beto Richa sancionou na última terça-feira a lei 17.107/12, que estabelece punição para quem passar trote telefônico para serviços públicos de emergência. A proposta foi elaborada e aprovada pela Assembleia Legislativa e estabelece uma multa de R$ 135,78 pela prática de chamada falsa. O valor equivale a duas Unidades Padrão Fiscal do Paraná (UPF) e deverá ser pago pelo responsável pelo número telefônico que fez o acionamento indevido para remoções médicas, resgates, combate a incêndios, ocorrências policiais ou atendimento a desastres.

Segundo o governador, um dos principais problemas enfrentados pela população é a demora do acionamento dos serviços de emergência. “O governo está investindo para modernizar o sistema, mas ao instituir esta punição o Estado inibe uma prática descabida, que influi significativamente no desempenho dos serviços públicos, comprometendo a qualidade e a rapidez nos atendimentos”, disse.

A multa instituída pela nova legislação será cobrada pelo Estado pela via judicial, caso não seja paga administrativamente. O valor arrecadado será repassado integralmente ao Fundo Especial de Segurança Pública do Paraná (Funesp). A multa dobra em caso de reincidência.

A lei determina que as operadoras de telefonia devem informar em 30 dias os dados dos responsáveis pelas linhas telefônicas que forem identificadas como origem de trote. As empresas que não cumprirem o prazo para repasse das informações serão punidas com multa de 20 UPF, que duplica em caso de reincidência.

A partir do momento em que receber o auto de infração, o proprietário do telefone tem 30 dias para recorrer da punição, justificando o ocorrido por escrito. A multa não será emitida se ficar comprovado que não houve má-fé ou que se tratava de situação real que justificasse a ligação.

Ligações originadas de telefones públicos serão alvo de levantamentos específicos para verificar a procedência das ligações. Os dados permitirão a adoção de medidas preventivas ou posterior investigação, identificação e responsabilização de pessoas, de acordo com a lei.

NÚMEROS

Segundo a Polícia Militar do Paraná, cerca de 30% das ligações indevidas recebidas pelos telefones 190, para atendimento de ocorrências policiais, e 193, do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) são trote. Nas centrais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o índice de ligações falsas chega a 20% no Estado.

Para o comandante-geral da PM, coronel Roberson Bondaruk, a prática causa um duplo transtorno para a população. “Quando o serviço é acionado e uma viatura se desloca, há um custo, que é pago pela sociedade, inutilmente”, afirma. “Na outra ponta, quando alguém realmente precisa de ajuda, a pessoa pode encontrar o telefone ocupado ou falta de viaturas. Isso atrasa o atendimento em situações em que um minuto pode salvar uma vida”, avalia.

REGULAMENTAÇÃO

Com a sanção da lei pelo governador Beto Richa a matéria vai ser regulamentada para orientar sua aplicação. O processo será feito pela Secretaria da Segurança Pública, com apoio da Procuradoria Geral do Estado (PGE). A proposta deve ficar pronta em 60 dias.

19
abr

Liberados 112 milhões para obras em municípios paranaenses

Foi assinada nesta quarta, dia 18, pelo governador Beto Richa e pelo secretário do Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri, a liberação de recursos para obras de infraestrutura em 121 municípios paranaenses. O total de recursos é de R$ 112,6 milhões, sendo 13,8 milhões do fundo perdido para atender 64 municípios pelo Programa de Recuperação Asfáltica de Pavimento (Recap), e os outros 98,6 milhões para 57 municípios por meio de contratos do Programa Paranacidade.

Matéria completa da Agência de Notícias do Paraná

Richa libera R$ 112 milhões para obras urbanas em 121 municípios

O governador Beto Richa e o secretário do Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri, assinaram nesta quarta-feira (18) a liberação de recursos que somam R$ 112,6 milhões para obras de infraestrutura urbana em 121 municípios do Estado. São 13,8 milhões em recursos a fundo perdido, para atender 64 municípios pelo Programa de Recuperação Asfáltica de Pavimento (Recap). Outros R$ 98,6 milhões atenderão 57 municípios com contratos de financiamento do programa Paranacidade. Os recursos são do Fundo de Desenvolvimento Urbano (FDU), gerido pela Fomento Paraná.

Richa disse que o governo está concentrando todos os esforços para fazer o melhor pelo Paraná num curto espaço de tempo. Ele afirmou que as principais demandas dos prefeitos têm sido atendidas sistematicamente. “Fazemos um governo municipalista, entendendo que precisamos melhorar a vida das pessoas nas cidades onde elas vivem”, disse o governador, lembrando que a liberação atende projetos de pavimentação, escolas, hospitais e obras sociais.

O governador também destacou a grande mobilização feita em Brasília para que a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) liberasse a certidão de capacidade de endividamento dos municípios paranaenses. O documento é essencial para a assinatura dos contratos entre o Estado e as prefeituras.

De acordo com o secretário Cezar Silvestri, em 15 meses, o governo já liberou R$ 70 milhões em recursos a fundo perdido para 330 municípios. “Contemplamos 95% dos pequenos municípios do Paraná e pretendemos atingir a totalidade das cidades ainda neste ano”, afirmou Silvestri. “Hoje um dia de muita alegria toda a equipe de governo porque estamos atendendo a todos, indistintamente”, afirmou.

Ainda de acordo com o secretário, desde o início do governo foram liberados R$ 250 milhões em financiamentos para os municípios e outros R$ 150 milhões aguardam manifestação da Secretaria do Tesouro Nacional para a liberação, que deve ocorrer ainda neste semestre.

OBRAS E DESENVOLVIMENTO

Os recursos liberados pelo governo nesta quarta-feira serão utilizados em obras de pavimentação e recapeamento asfáltico, construção de escolas, clínicas, ampliação de hospitais, construção de barracões industriais e de distritos industriais, aquisição de áreas para habitação popular, entre outras áreas.

O presidente da Fomento Paraná, Juraci Barbosa Sobrinho, disse que o processo para liberação dos financiamentos é resultado de um esforço conjunto. Segundo ele, alguns projetos estavam parados há mais de seis meses em Brasília e foram liberados graças à intervenção da bancada federal paranaense e do governador Beto Richa. “Graças a isso conseguimos a liberação de mais de R$ 100 milhões de reais pela Secretaria do Tesouro Nacional. Para os próximos dias esperamos a certidão para liberar outros R$ 100 milhões em recursos que já estão empenhados e destacados na agência de fomento do Estado”, afirmou.

PREFEITOS

O prefeito de Jesuítas, Aparecido José Weiller Junior, que é presidente da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop), disse que a Secretaria de Desenvolvimento Urbano é um elo de ligação fundamental entre as prefeituras, que representam a vontade do povo, e o governo estadual. “Com esses recursos certamente teremos mais desenvolvimento e mais qualidade de vida em nossos municípios”, disse o prefeito.

Wilmar Reichembach, prefeito de Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná, também disse que é ótimo ver o governo chegar ao 15º mês de gestão com resultados expressivos em áreas fundamentais, como saúde, educação e segurança pública. “Estamos vendo um governo que realmente dialoga com todos os setores e que tem mostrado resultados, atraído novos investimentos, que geram empregos e isso se reflete na melhoria nos municípios”, disse Reichembach.

O prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin, agradeceu o governador em nome dos maringaenses. “Agradecemos a parceria com o governo, porque ela leva benefícios para as pessoas que mais precisam. E é muito bom ver a alegria das pessoas quando o asfalto chega à rua de suas cassas”, disse Pupin. Segundo ele, com os recursos que a prefeitura recebe agora, a cidade de Maringá chegará a 97% das vias asfaltadas.

A solenidade foi realizada no Palácio Iguaçu e teve a presença dos prefeitos que assinaram os convênios de repasse de recursos, deputados estaduais, vereadores e lideranças de todo o estado.

MUNICÍPIOS BENEFICIADOS RECAP (Fundo Perdido)

Almirante Tamandaré, Ângulo, Antonina, Arapoti, Assai, Atalaia, Barra do Jacaré, Cambara, Curiúva, Enéas Marques, Engenheiro Beltrão, Figueira, Florida, Guaraqueçaba, Guaratuba, Imbaú, Itambé, Japira, Jardim Olinda, Lidianópolis, Maria Helena, Marilena, Marquinho, Matelândia, Ouro Verde do Oeste, Palmital, Prado Ferreira, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rosario do Ivaí, Santa Cruz do Monte Castelo, Santa Lucia, Santa Mariana, Santa Tereza do Oeste, São Jerônimo da Serra, São João do Ivaí, São Jorge do Patrocínio, São Manoel do Paraná, São Sebastião da Amoreira, Sapopema, Serranópolis do Iguaçu, Tijucas do Sul, Tuneiras do Oeste, Uniflor, Uraí, Paula Freitas, Toledo, Inajá, Porto Rico, Paranapanema, Munhoz de Melo, Ampére, Bom Jesus do Sul, Flor da Serra do Sul. Renascença, Salto do Lontra, Santa Izabel do Oeste, Pitanga, Marilândia do Sul, Lupionópolis, Loanda e Palotina.

FINANCIAMENTO

Antonina, Arapoti, Ariranha do Ivaí, Bocaiúva do Sul, Cambira, Campina Grande do Sul, Campina do Simão, Campo Largo, Campo Mourão, Cascavel, Castro, Céu Azul, Chopinzinho, Curitiba, Cruzmaltina, Dois Vizinhos, Entre Rios do Oeste, Fazenda Rio Grande, Francisco Beltrão, Guaíra, Guairaçá, Iguatu, Ivatuba, Inácio Martins, Itapejara D’Oeste, Lapa, Marilena, Matinhos, Maringá, Mandaguari, Medianeira, Nova Esperança, Ouro Verde do Oeste, Palotina, Piên, Prudentópolis, Quatro Barras, Renascença, Rio Branco do Sul, Rolândia, Salto do Lontra, São Mateus do Sul, Santa Cruz do Monte Castelo, Santa Tereza do Oeste, Santo Antonio do Sudoeste, São João, Serranópolis do Iguaçu, Terra Rica, Terra Roxa, Tijucas do Sul, Terra Rica, Toledo, Nova Aliança do Ivaí, Santa Izabel do Oeste, Rondon, Barracão, Nova Olímpia, Farol.