Skip to content

Archive for março, 2012

30
mar

Parabéns Curitiba pelos 319 anos!

Homenagem de Alceni Guerra para uma das cidades mais bonitas do país

Cheguei em Curitiba em fevereiro de 1962, para fazer o “científico”no Colégio Estadual do Paraná, era como se chamava o 2º grau. Na primeira aula, o professor de matemática nos explicou a cidade:

- Olhem, meus alunos, aqui só existem 3 estações: o inverno, a rodoviária e a ferroviária.

A profecia só não se cumpriu porque a rodoviária e a ferroviária se fundiram em uma só alguns anos depois.

O ponto de encontro da cidade era na Avenida João Pessoa – de uma quadra só que se prolongava pela rua XV de Novembro, até a Universidade Federal do Paraná. Era o que chamavam de footing, um desfile de pobres mortais a pé, e de moças da classe média dentro de invejáveis carrões. E, em um único fim de semana, essa rua sumiu.

Jaime Lerner – o genial prefeito inovador – criou o footing de verdade, fechou as ruas e transformou-as em um grande shopping a céu aberto. Os calçadões começaram aí, para o Brasil todo. Lembro que as ruas foram fechadas em uma sexta feira à noite, e estavam prontas na segunda feira às sete da manhã. Imaginem a gritaria dos comerciantes que pensavam que iriam falir.

Eu morava na rua Engenheiro Rebouças com a Marechal Floriano, e demorava dez minutos para fazer o trajeto até a XV de Novembro de ônibus. Em 2010, mais de 40 anos depois, medi o tempo de novo, parando uma quadra antes: 7 minutos, com mil vezes mais automóveis!! Curitiba é a cidade mais bem planejada do mundo!

E os distantes campos de futebol de várzea, hoje desapareceram dentro dos mais belos parques urbanos do Brasil. Eram quase “dentro do mato”, que foi preservado, e que tornou Curitiba a mais verde capital do mundo.

Feliz aniversário Curitiba, sou grato por tudo que já vivi aqui e por vê-la se desenvolver a cada dia!” Alceni Guerra.

29
mar

Governador Beto Richa negocia liberação de recursos em encontros em Brasília

Com informações da Agência de Notícias do Paraná

O governador Beto Richa participou nos últimos dois dias de uma série de reuniões em Brasília para negociar a liberação de recursos para o Estado. Entre os temas tratados estão os empréstimos internacionais solicitados pelo Paraná e também a ampliação da parceria com o governo federal para projetos habitacionais.

Na noite de terça-feira, Richa teve um encontro com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Durante a reunião, o governador fez um relato dos projetos do Paraná que tramitam em Brasília e pediu apoio do Palácio do Planalto para que os processos sejam agilizados.

Um dos principais temas debatidos com a ministra foi a liberação pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) dos pedidos de financiamentos internacionais que estão em avaliação no órgão. O Estado negocia cerca de R$ 1,7 bilhão em empréstimos com organismos nacionais e internacionais de fomento, com contrapartida de R$ 2 bilhões.

Richa lembrou que no final do ano passado foi assinado pela presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, um termo de ajuste que amplia em R$ 1,364 bilhão a capacidade do Paraná de contrair financiamentos internos e externos para investimentos. O compromisso faz parte do Programa de Ajuste Fiscal do governo federal.

Richa explicou que o Ministério do Planejamento já deu aval para várias propostas de captação de recursos pelo Estado, mas ainda falta a STN concluir a última etapa de análise dos processos para que a documentação seja enviada para a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE).

O governo estadual também aguarda a liberação pela Secretaria do Tesouro Nacional da análise da capacidade de endividamento de cerca de 180 municípios paranaenses. Todos já negociaram empréstimos do Fundo de Desenvolvimento Urbano com o Estado. Os recursos estão garantidos e serão aplicados em obras de infraestrutura urbana.

HABITAÇÃO

Nesta quarta-feira (28/03), Richa e o presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Mounir Chaowiche, etiveram na sede da Caixa Econômica Federal, em Brasília, para uma reunião com o presidente da instituição, Jorge Fontes Hereda. Ele pediu a ampliação da parceria que o Estado tem com o banco para a realização de novos projetos habitacionais no Estado. “Temos uma boa relação com a Caixa e gostaríamos de aumentar, por meio de novas parcerias com o governo estadual, o volume de investimentos em moradias no Estado”, defendeu o governador.

Richa explicou à direção da Caixa que o governo tem como meta atender 100 mil famílias com moradia até 2014 com o programa Morar Bem Paraná da Cohapar. “É uma meta ousada e estimulante, pois atende famílias da área urbana e do meio rural. Por isso, é fundamental buscarmos recursos em todas as fontes disponíveis”, disse o governador, que também teve um encontro técnico no Ministério das Cidades para tratar do mesmo assunto.

NOVO AVIÃO

O governador Beto Richa também cumpriu agenda com a ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal Justiça, que é corregedora do Conselho Nacional de Justiça. A reunião aconteceu na tarde desta quarta-feira.

No encontro foi anunciada a doação ao Paraná de uma aeronave modelo Baron, que passará a integrar a frota do Estado e será utilizada em ações de segurança pública e saúde. O avião foi apreendido em uma operação federal de combate ao tráfico de drogas.

A agenda de Richa em Brasília também incluiu um café da manhã com o empresário Jorge Gerdau, que é presidente do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e um dos conselheiros da presidente Dilma Rousseff. O governador participou de um almoço com o senador Aécio Neves e com o deputado federal Sérgio Guerra.

28
mar

Porto de Paranaguá foi reformado e está mais ágil em relação a anos anteriores

O Porto de Paranaguá, um dos mais importantes do país, foi reformado e recebeu equipamentos de carga e descarga e um novo sistema de gestão, segundo informações da concessionária que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP). As mudanças aceleraram o carregamento dos navios e agora estão 36% mais rápido.

Em entrevista ao Jornal Gazeta do Povo, o diretor superintendente do TCP, Juarez Moraes e Silva, informou ainda que este ano serão feitos  investimentos poupudos, cerca de R$ 250 milhões, que serão aplicados na compra de novos equipamentos e ampliação do cais do terminal. Esse novo salto em agilidade deve acontecer nos próximos meses com a operação efetivos dos novos e equipamentos.

Antes o terminal tinha 30 movimentos por hora, agora ele passou a ter 41 mph na comparação com os dados de 2010. Isso quer dizer que o carregamento de um navio exigia 900 mph e levava 30 horas, hoje é feito em 22 horas. Além disso, houve também uma redução no tempo de espera para atracação  (-37%) e na remarcação de datas de embarque (-44%), detalhou o diretor financeiro do TCP, Luiz Antonio Alves.

As mudanças começaram a ser implantadas depois que fundo de investimento Advent International comprou 50% do TCP, em janeiro de 2011. O número de funcionários passou para 400, com 70 contratações. A equipe de gestores foi ampliada de 6 para 15, o que teria sido crucial para estabelecer o novo ritmo de atuação.

Além de reparos na estrutura de carregamento, foram comprados dois novos carregadores com guindastes (portêineres, totalizando seis equipamentos deste tipo) e seis carregadores volantes (transtêineres, em um total de 20), além de nove caminhões (agora são 29). Esses equipamentos acabam de entrar em operação, ou seja, não foram os responsáveis pelas mudanças registradas no último ano. Mais altos, os transtêineres permitem pilhas com cinco contêineres no espaço onde eram acomodados no máximo quatro.

Os investimentos somaram R$ 51 milhões até agora. Mais oito carregadores e 12 caminhões devem ser adquiridos com R$ 60 milhões de recursos próprios do TCP. A maior parte do total de R$ 250 milhões (R$ 140 milhões) será destinada à construção de um terceiro berço, que deve entrar em operação em 2013. A obra, que ainda depende de licença de operação ambiental, vai ampliar o cais do terminal de 564 metros para 879 metros.

Os investimentos foram confirmados após aumento de 15% nas receitas, que chegaram a R$ 334 milhões em 2011, conforme balanço divulgado ontem. A movimentação cresceu 7% e atingiu a capacidade de 1,2 milhão de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) por ano. A meta é chegar a 1,5 milhão de TEUs até 2013.

O resultado das apostas do setor privado depende dos investimentos públicos na dragagem do Canal da Galheta e dos berços – que promete aumentar a profundidade de 12,5 para 14,5 metros – e na região de acesso ao porto, disseram os representantes do TCP. “Cada real que se investe aqui reflete diretamente na cadeia produtiva”, argumentou Silva.

Com informações da Gazeta do Povo (José Rocher)

Fotos: Governo do Paraná e Revista Portuária

27
mar

Curitiba vai ganhar novas delegacias e IML

O secretário de Segurança Pública do Paraná, Reinaldo Almeida Cesar, informou para o jornalista Fábio Campana que vai licitar a construção de três novas delegacias cidadãs na capital paranaense.

De acordo com o secretário as novas delegacias serão construídas nos bairros Pinheirinho, São Lourenço e Sitio Cercado e terão dois diferenciais em relação as existentes: o atendimento ao público e o preenchimentos de boletins de ocorrência seguirão um novo conceito a ser testado no Estado. Além disso, o sistema de atendimento pelo numero 190 também irá ganhar melhorias.

Ontem de manhã, o secretário de segurança, o governador Beto Richa e o prefeito de Curitiba Luciano Ducci assinaram a autorização para licitar a construção da nova sede do IML da capital. A instalação terá 6,8 mil metros quadrados e o investimento de obra e equipamentos custará mais de R$ 15 milhões de reais.

O Paraná mais uma vez, continua mostrando evolução e crescimento em diversas áreas.

Fonte: fabiocampana.com.br

Fotos: Agência de Notícias do Paraná

26
mar

Registro em fotos da Palestra em São Paulo

No primeiro sábado deste mês, dia 3, Alceni Guerra esteve em São Paulo como palestrante e falou para um grupo de empresários da cidade. Durante a palestra, que foi um sucesso, Alceni explicou como conseguiu melhorar o ensino na cidade de Pato Branco e como a Educação Integral pode formar grandes pessoas.

Abaixo, a impressão de Alceni sobre a primeira palestra dele para os paulistas.

A palestra para os empresários reunidos pelo Grupo Mega Bytes, de São Paulo, foi muito boa, eu diria extraordinária pela participação atenta e motivada de todos. Eu mesmo a achei apenas um pouco longa, durou mais de uma hora, mas foi uma forma de reagir à plena motivação de todos os atentos ouvintes. Nem mesmo quando entrei em uma área muito técnica, psicológica e psiquiátrica, mostrando como os grandes autores explicam o surgimento da iluminação na mente humana, o grupo ficou menos atento.

No fim, a gratificação de ser aplaudido de pé por quase um minuto significou o prêmio de um longo período de trabalho e estudos, onde sempre afirmei que a inspiração e a iluminação na criatividade humana são naturais para quem as procura. A metodologia é a mesma sugerida há vários séculos por muitos estudiosos, e que sempre mostra resultados eficientes na prática.

Desde Platão, até Domenico de Masi, todos sempre disseram que a criatividade está ao alcance de quem a procura, basta encontrar o método. Minha proposta é a repetição do que propus nas escolas de tempo integral, que as levaram a ser as melhores do Brasil. Como a sua criatividade expandiu-se também para as professoras e as famílias dos alunos, sugiro que as empresas implantem a mesma metodologia, com a certeza que obterão os mesmos resultados. E aumentar a criatividade significa aumentar a eficiência, os lucros e a satisfação dos funcionários. Ninguém escapa da alegria de uma inovação. Foi assim que fiz de Pato Branco, a cidade em que fui prefeito, a 34ª do Brasil em Índice de Desenvolvimento Humano, medido pela ONU, em apenas quatro anos, entre 1996 e 2.000.

Cumprimento o presidente do Grupo, Leosergio Hofmamm, e todos os seus diretores. Um grupo que tem como missão a Educação Continuada, isto é, o treinamento de trabalhadores, merece o sucesso que tem feito”, explicou Alceni Guerra no dia seguinte da palestra.

26
mar

Vila Olímpica de Curitiba está mais perto de se tornar realidade

Obras na Linha verde e vendas de terrenos antes de uso restrito, podem acelerar a construção da Vila Olímpica

O projeto que prevê investimento de R$ 1,5 bilhão em obras na Linha Verde de Curitiba está na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e depende da aprovação do grupo para ter início. Após a análise da comissão, investidores e empresários da área imobiliária poderão comprar o direito de aumentar edificações em terrenos que tinham o uso restrito. O dinheiro arrecadado com as vendas dessas áreas era usado para financiar algumas obras, a mais importante será a Vila Olímpica de Curitiba.

De acordo com o professor da Universidade Federal do Paraná e urbanista, Luiz Henrique Cavalcante Fregomeni, a lei de zoneamentos, que restringe algumas construções, tem o objetivo de harmonizar a ocupação do espaço urbano. “Esta é uma forma da população ter retorno com a mais valia gerada para os empreendimentos a partir dos investimentos que já foram feitos”, disse em entrevista a Gazeta do Povo.

A matéria abaixo foi publicada hoje de manhã pelo Jornal Gazeta do Povo e traz as informações completas sobre as vendas desses terrenos e a aplicação do dinheiro em obras.

Nova Linha Verde prevê Vila Olímpica

Captação de recursos na Bolsa de Valores viabilizaria a construção de estrutura esportiva e de convivência

A projeção de aplicar R$ 1,5 bilhão em obras ao longo da Linha Verde depende agora da aprovação, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), do projeto da prefeitura de Curitiba para a venda de potencial construtivo na Bolsa de Valores. Desde que entregou o projeto, no dia 9 de março, a prefeitura está impedida de falar sobre o assunto para não influenciar o mercado. Assim que a análise for concluída pela CVM, investidores e empresas do setor imobiliário poderão comprar o direito de ampliar edificações em terrenos antes de uso mais restrito. O dinheiro deverá ser aplicado para financiar várias intervenções no local, como trincheiras. O destaque, contudo, seria o projeto de uma Vila Olímpica, idealizado há 17 anos, que pode sair da prancheta com o aporte de recursos.

No ano passado, quando a ideia de venda do potencial construtivo foi anunciada, a previsão era de que a comercialização começasse em março, mas o andamento do projeto indica que antes de maio nada será negociado. A proposta está no chamado período de silêncio, estimado em 60 dias. Em breve, os investidores poderão consultar detalhes da oferta. O leilão dos títulos será em lotes, mas não foram divulgadas informações como quantidade de títulos ou valores prévios dos Certificados de Potencial Adicional de Cons­t­rução (Cepacs).

Fábio Tadeu Araújo, consultor da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Estado do Paraná (Ademi-PR), diz creditar que o potencial construtivo ofertado pela prefeitura será bem recebido pelo mercado. O fato de que o dinheiro captado com a venda dos títulos deve obrigatoriamente ser aplicado na Linha Verde é bem visto. “Assim, a região se valoriza. O crescimento será induzido”, diz. O prazo de conclusão das obras é de até 30 anos.

Para o urbanista Luiz Henrique Cavalcanti Fregomeni, que também é professor da Universidade Federal do Paraná, a lei de zoneamentos, que fixa restrições a construções, é uma técnica que busca formas harmoniosas de ocupação do espaço urbano. “Esta é uma forma de a população ter retorno com a mais valia gerada para os empreendimentos a partir dos investimentos que já foram feitos”, diz. O professor lamenta que um novo eixo de transporte foi projetado e recebe recursos antes de outros projetos de desenvolvimento que tinham previsão de adensamento sejam concluídos, como a linha estrutural norte.

Espaço reunirá diversas estruturas esportivas

A recente divulgação do estudo de impacto ambiental da chamada Operação Urbana Consorciada – que é o pacote de obras adicionais previstos para a Linha Verde – revelou que a concretização da Vila Olímpica de Curitiba é a principal obra a ser financiada pela venda de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs). O arquiteto Luiz Hayakawa, que já foi presidente do Ippuc, conta que não há estimativa de quanto a obra vai custar.

A Vila Olímpica foi idealizada há 17 anos, ainda na época do governador Jaime Lerner, que queria um espaço de integração entre as várias estruturas esportivas já existentes na região do Tarumã, como o ginásio, o estádio do Pinheirão, o Jóquei Clube, a hípica, o Colégio Militar e até, um pouco mais a frente, o autódromo. “Será uma alameda ambiental”, resume Hayakawa. Deve ter aproximadamente 40 metros de largura e quase um quilômetro de extensão, acompanhando o comprimento do Jóquei Clube. “A intenção é recuperar uma área subutilizada, fazer o alargamento de vias e criar um espaço de convívio”, relata.

Também podem ser viabilizadas, a partir da venda de Cepacs, nove passagens, que ganharam o nome de trincheiras ecológicas por não priorizarem os veículos e sim o trânsito de pedestres. Hayakawa comenta que nas imediações dos terminais projetados para a Linha Verde Norte, a distância de um quilômetro cada, serão construídas praças dos dois lados da rua. Assim, as pessoas passariam por uma área verde, cruzariam a Linha por baixo, com segurança, e concluiriam a travessia chegando em outra área de lazer.

Obras

Confira as principais intervenções previstas:

- Desapropriações

- Construção de estações de embarque e desembarque

- Execução de alças de acesso, trincheiras e viadutos

- Implantação de vias marginais, calçadas e ciclovias

- Construção e alargamento de pontes

- Execução de passagem em desnível no Atuba

- Implantação de via para ônibus

- Colocação de passarelas

- Recuperação de áreas de preservação permanente

- Regularização fundiária em ocupações irregulares

- Obras de melhorias no acesso da Estrada da Graciosa e nas ruas Amazonas de Souza Azevedo, Fúvio José Alice, Dino Bertoldi, Dante Angeloti, Konrad Adenauer e na complementação do binário Agamenon Magalhães-Roberto Cichon.

Matéria escrita por Katia Brembatti (Gazeta do Povo)

23
mar

Nova fábrica da Kablin será construída no Paraná

O novo empreendimento começará a funcionar em 2014 e irá melhorar a receita de 12 cidades paranaenses

Foi firmado nesta quinta-feira, dia 22, um convênio entre o Governo do Paraná, a Klabin Papel e Celulose e 12 municípios da região dos Campos Gerais e Norte Pioneiro que prevê a distribuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com as cidades fornecedoras da madeira para a nova fábrica da empresa de papel, prevista para começar a funcionar em 2014. Este acordo é inédito e vinha sendo negociado desde o ano passado.

A nova fábrica da Klabin será em uma das 12 cidades conveniadas – Cândido de Abreu, Congoinhas, Curiúva, Imbaú, Ortigueira, Reserva, Rio Branco do Ivaí, São Jerônimo da Serra, Sapopema, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania – e terá um investimento de R$ 6,8 bilhões de reais que deverá ser enquadrado no programa de incentivo discais Paraná Competitivo. A produção prevista é de 1,5 milhões de toneladas de celulose por ano.

Além da construção da fábrica, os recursos deverão ser aplicados também nos ativos florestais para o fornecimento da matéria-prima. Este será o maior investimento privado e o segundo da história do Paraná, ficando atrás apenas da ampliação da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, na cidade de Araucária, que foi orçada em R$ 10 bilhões.

De acordo com o convênio estabelecido, 50% do ICMS gerado ficará na cidade que sediará a fábrica. Esta é uma mudança em relação ao atual modelo, que designa 100% do ICMS para a cidade onde a fábrica foi construída. Já a outra parcela do ICMS será dividida entre os municípios que vão fornecer a madeira para produção.

Essa divisão de imposto seguirá critérios estabelecidos no convênio e de acordo com o Índice Iapardes de Desempenho Municipal (IPDM), que mede o desempenho da gestão e ações públicas dos 399 municípios paranaenses e avaliará a quantidade de madeira a ser fornecida, o índice de desenvolvimento de cada cidade e o número de habitantes.

O novo empreendimento da Klabin, líder no mercado de papéis na América Latina, é o único projeto em andamento no Brasil que combinará produção de celulose de fibra curta e de fibra longa. Os projetos atuais são apenas de fibra curta, que gera papel para impressão, papel higiênico e outros. Já a fibra longa, produzida a partir do pinus, servirá para criar embalagens, absorventes higiênicos, fraldas, entre outras coisas.

Mais um grande empreendimento no Paraná que acelerará ainda mais o crescimento do Estado.

22
mar

Índice de exportação do Paraná aumenta e deixa segmento satisfeito

A exportação paranaense voltou a crescer e a região Oeste manteve um ótimo índice de desempenho em relação a balança comercial. Segundo dados do mês de fevereiro, os produtos transformados voltaram a ser os mais vendidos para fora do país. As cidades Cafelândia, Palotina, Cascavel, Medianeira e Marechal Cândido Rondon são destaque em toda a região Oeste do Paraná e movimentaram em 60 dias US$ 286 milhões de dólares.

Matéria completa do site O Paraná

Exportações crescem o dobro da média estadual

Avicultura foi responsável por quase 25% de tudo o que a região vendeu

Cafelândia – Com quase o dobro do crescimento estadual e cinco vezes maior que o índice nacional, a região Oeste manteve um excelente desempenho quando o assunto é balança comercial.

Os dados do mês passado revelam que os produtos transformados voltaram a ser os mais vendidos para fora do País, ou seja, aqueles que possuem maior valor agregado. “Enfim, estamos chegando onde queremos. Nesses produtos encontramos mais oportunidades de bons negócios”, avalia o administrador especialista em Agronegócio, João Luiz Nogueira.

Os grãos, que haviam sido recordistas nas exportações em janeiro, cederam espaço mais uma vez para a avicultura no Oeste. Com base nos dados do Mdci (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), o setor foi responsável por um quarto do volume financeiro de tudo o que foi mandado para outros países nos dois primeiros meses de 2012 se comparado ao mesmo período do ano que passou.

No total, os municípios do Oeste, e aí com destaque para Cafelândia, Palotina, Cascavel, Medianeira e Marechal Cândido Rondon, movimentaram em 60 dias US$ 286 milhões e mais de US$ 70 milhões foram provenientes da avicultura e seus derivados diretos.

Foi possível observar então que a movimentação financeira das exportações cresceu, comparado aos dois primeiros meses de 2011, 39%. As importações também tiveram elevação. Foram 28% a mais do que as registradas no mesmo período no ano passado. Agora elas levaram do Oeste quase US$ 145,8 milhões, em 2011 havia sido US$ 108,8 milhões.

Recuperação em três anos

Para o presidente da Aaviopar (Associação dos Avicultores do Oeste do Paraná), Luiz Ari Bernartt, esse é o reflexo do bom momento que o setor vive desde a recuperação em 2009. Segundo ele, o desempenho já foi melhor, mas as exportações têm deixado o segmento satisfeito. O produtor integrado tem recebido de R$ 0,51 a R$ 0,55 por animal, o que garante uma margem de lucro de pelo menos R$ 7 mil por lote entregue. “Como os aviários foram construídos há alguns anos e a maioria já terminou de pagar, estão capitalizados e pensando em fazer novos investimentos”, conta. A crise na Europa e nos Estados Unidos é forte aliada para as exportações brasileiras e de modo especial à pauta avícola. “Quando o mundo está em crise a tendência é comer carnes mais baratas, o frango é a carne mais em conta e é o nosso espaço sendo conquistado lá fora”, constata ao prever que o ano de 2012 deve ser bom para o setor.

Fonte: O Paraná – reportagem Juliet Manfrin

21
mar

Paraná é referência em alimentação escolar

O Paraná está sendo referência para outros estados novamente. Desta vez, a alimentação servida nas escolas paranaenses e o processo de gerenciamento, que vai desde a aquisição dos alimentos de agricultura familiar até o acompanhamento dos não perecíveis, deverão ser seguidos por Santa Catarina, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Matéria da Agência de Notícias do Paraná

Alimentação escolar do Paraná é referência para outros estados

Representantes das secretarias da Educação dos estados de Santa Catarina, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul conheceram nesta quarta-feira (21) os bons resultados que o Paraná vem obtendo com o Programa Estadual de Alimentação Escolar (Peae). Eles estiveram na sede da Superintendência de Desenvolvimento Educacional (Sude), da Secretaria de Estado da Educação, para ver como funciona o programa.

A diretora de Infraestrutura, Logística, Organização e Gestão (Dilog) da secretaria, Marcia Stolarski, disse que o interesse pelo trabalho desenvolvido no Paraná é o reconhecimento de que o estado está no caminho certo. “Temos sistemas de gerenciamento de aquisição e distribuição de alimentos totalmente desenvolvidos aqui e que são pioneiros no Brasil”, afirmou.

Segundo ela, entre eles estão a aquisição e acompanhamento dos alimentos não perecíveis e a aquisição de alimentos da agricultura familiar – o que colocou o Paraná em evidência por ter sido o primeiro estado a investir 30% dos recursos da alimentação escolar com a compra desse tipo de produto.

FUNCIONAMENTO

Márcia Stolarski explicou que o Paraná adota um sistema de compra única de não perecíveis para todas as escolas, via pregão eletrônico. Com esse sistema, o Governo do Estado consegue um preço bem mais atrativo, devido ao grande volume adquirido.

Quanto aos alimentos perecíveis, 87% das escolas estaduais são abastecidas com alimentos da agricultura familiar. “Compramos alimentos diretamente dos produtores próximos às escolas, o que enriquece a alimentação dos estudantes com micronutrientes e dinamiza a economia local, melhorando a condição de vida dos pequenos agricultores”, disse a diretora.

Para as escolas que ainda não são atendidas pela agricultura familiar, o governo faz o repasse direto da verba, por meio do Programa Escola Cidadã.

SANTA CATARINA

Para a nutricionista Gladys Milanez, responsável técnica pela alimentação escolar em Santa Catarina, o Paraná avançou muito com alimentação escolar nos últimos anos, identificando os alimentos mais aceitos em cada região do Estado e verificando o perfil nutricional dos alunos. “Santa Catarina já teve um modelo parecido como o utilizado pelo Paraná e acabamos optando pela terceirização. Agora, após as informações que colhemos aqui, a ideia é voltar a adotar um processo semelhante”, avaliou.

RIO DE JANEIRO

Camila Ferreira de Souza Costa, nutricionista responsável pela alimentação escolar no Rio de Janeiro, disse que o Paraná tem uma estrutura organizacional muito mais interessante que a adotada pelos fluminenses.
“Como o nosso modelo de distribuição repassa o dinheiro direto à escola, temos muita dificuldade em fazer a fiscalização do que está sendo comprado e acompanhar o equilíbrio nutricional dos estudantes. Como vimos, o Paraná, mesmo sem ter uma equipe muito grande, conseguiu estabelecer um modelo simples e bastante eficiente para investir melhor os recursos”, destacou.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

20
mar

Curitiba ganha mais um parque e se torna ainda mais verde

A capital paranaense está cada dia melhor e mais verde. A cidade vai ganhar mais um parque com cerca de 100 mil metros quadrados de área verde entre as ruas Gardênio Scorzato e Luis Leduc. Ao todo, a capital terá 25 parques, 16 bosques, 455 praças e quatro reservas particulares de proteção ambiental.

Esse com certeza é um ótimo exemplo a ser seguido pelas cidades brasileiras.

Matéria do site do Fábio Campana

Curitiba terá 25? parque e soma 25 milhões de m² áreas verdes

Curitiba vai ganhar um novo parque: o Vista Alegre das Mercês. Serão 100 mil metros quadrados – entre as ruas Gardênio Scorzato e Luiz Leduc – com dois estacionamentos, portal, recantos, trilha e um lago. Somado ao Parque da Imigração, em obras e aos da Vila Rigoni (Fazendinha) e Bernardo Meyer (CIC), Curitiba passa a ter seu 25º parque, além de 16 bosques, 455 praças e quatro reservas particulares de proteção a natureza. São mais de 25 milhões de metros quadrados de área verde.

O Parque da Imigração Japonesa tem inauguração prevista para junho. Dois parques estão em fase de licitação: um na Vila Rigoni (Fazendinha) e outro na Rua Bernardo Meyer (CIC) ao longo do Rio Barigui. Ambos irão compor o Parque Linear do Barigui. O edital para a licitação da primeira etapa do Parque Vista Alegre das Mercês será aberto em abril e a previsão de início das obras é para o mês de junho. O custo previsto é de R$ 2 milhões, uma parceria entre prefeitura e Governo do Estado.